Irradia lá fora

Pode parecer meio estranho, irônico ou até mesmo emocionante. Neguei até dizer chega para não ir ao show, tentei inventar compromissos, arranjar o que fazer. Mas não deu, parece – dramatizando um pouco em estilo filme americano – que os caminhos levavam para eu ver nada mais, nada menos do que: Nando Reis. Sexta a noite, amigos, namorado, vodka no sangue e muito emoção. Ouvir todas as músicas que me acompanham na rotina diária, em histórias de vida, cantadas ao vivo no mais legítimo infernais. Até “Cassie Eller apareceu” com sua melodramática melodia Segundo Sol. E sim, depois de tantas preces, luz dos olhos com cada verso e emoção tocou, e infelizmente confesso que chorei como um bebê – quase pior que minha irmã de 5 anos – em cada nota. Parecia mais um culto de alguma igreja onde as pessoas cantam com tanto fervor para as coisas acontecerem mas eram apenas fãs e ‘degustadores’ de boas músicas. E por um milésimo de segundo pensei: “Pqp ainda bem que vim!”

É, “Que a nossa música eu fiz agora, lá fora a lua irradia a glória. E eu te chamo, eu te peço: Vem! Diga que você me quer porque eu te quero também.”

O que é Cultura?

O que é Cultura? Foi esta pergunta que me levou a escrever a canção, na qual procuro ressaltar a diversidade da cultura, em sua mais profunda concepção da palavra, e que transcende à mais remota civilização. Com certeza, a cultura é a digital da raça humana. – diz Luiz Vicentini.

triste

Secretaria da Cultura aperta o cinto

Receita da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esportes deve fechar ano com R$ 70 milhões abaixo do previsto, o que vai afetar diretamente a promoção de eventos nas três áreas..


A queda na arrecadação financeira do Estado — números até julho apontavam para um déficit global de R$ 591 milhões neste ano — já mostra seus efeitos negativos na Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esportes.

Vários eventos de âmbito municipal, regional, estadual e até internacional, que pleiteavam verbas públicas para a sua realização, ficarão sem receber os recursos. Grupos de Florianópolis como o Polyphonia Khoros e o Pró-Música, com décadas de atividade, estão impossibilitados de fazer apresentações.

— A explicação é uma só para todos: não temos dinheiro — afirma o secretário da pasta, Celso Calcagnotto.

Com uma planilha financeira em mãos, mostrando os números do primeiro semestre, o secretário esclareceu que a ordem do governador é para que todos apertem os cintos.

— A receita da nossa secretaria ficará cerca de R$ 70 milhões abaixo do previsto, até o final do ano, e a única saída, neste caso, é liberar recursos somente para aqueles projetos considerados prioritários para o governo, como as Festas de Outubro, por exemplo, que fazem parte do Calendário Oficial de Eventos de SC. Se a situação melhorar nos próximos meses, tentaremos atender a outros pedidos.

O que vem gerando protestos nos meios cultural, esportivo e turístico catarinense é que os proponentes dos projetos encaminhados à secretaria através do Sistema Estadual de Incentivo à Cultura, Turismo e Esporte (Seitec) já consideravam como certa a liberação de verbas, e contavam com estes recursos para a realização de seus eventos.

Um destes casos é o do XXII Festival de Dança de Salete, município localizado no Alto Vale do Itajaí, que começa dia 20 e prossegue até o dia 23 deste mês. Mais de 70 grupos de dança de todo o Brasil, totalizando 2 mil bailarinos, participam do festival, que já é tradicional na região.

— Foi uma surpresa receber a notícia de que não seremos contemplados com os recursos  neste ano — declara a coordenadora do festival, Sônia Regina Correa.

Ela contava com os R$ 90 mil do Funcultural para pagar várias despesas do evento, e argumentou que mesmo recebendo auxílio de empresas e do comércio local, será muito difícil manter o festival. Desde 2002, a Associação de Pais e Professores da Escola de Dança Studium, promotora do evento, recebia verba do governo do Estado.

— A saída para este tipo de promoção, a partir de agora, será procurar novos parceiros na iniciativa privada — sugere o secretário.

Governo vai mudar as regras

Celso Calcagnotto, que está temporariamente acumulando as secretarias de Estado do Fundo Social e de Turismo, Cultura e Esporte, garantiu que a partir do ano que vem o sistema de inscrição de projetos para receber recursos públicos será totalmente reformulado.

O que ele pretende — com o aval do governador — é que o governo do Estado seja mais um parceiro das entidades promotoras dos eventos nas áreas da cultura, esporte e turismo, e não o único (ou principal) pagador das contas. As mudanças começarão já no sistema de cadastramento online dos projetos.

— Vamos querer saber dos proponentes quem são os outros parceiros e qual a cota de recursos a ser paga por eles, individualmente. O Estado só vai bancar os eventos dos quais for o promotor — resume.

Quando a pessoa for cadastrar o seu projeto terá que responder todos os questionamentos — como, por exemplo, quem são os parceiros e quanto cada um vai pagar. Caso contrário, o sistema irá barrar automaticamente o projeto, que nem seguirá para avaliação.

Atualmente, o proponente apenas informa que tem outros parceiros, mas não precisa nomeá-los nem citar valores. Carolina Farias, diretora do Seitec,  lembrou que o Estado deve ser um fomentador de projetos.

— Nós não patrocinamos, nós ajudamos os proponentes a realizarem seus projetos. O maior interessado é o povo de Santa Catarina e não o proponente. Por isso, queremos focar naqueles projetos que alcancem o maior número possível de pessoas, tornando mais justa a proliferação da cultura, do turismo e do esporte. Precisamos pulverizar os recursos e as ações da Secretaria — explica.

O novo sistema deverá, também, estabelecer novos critérios e parâmetros, além de limites máximos de recursos que cada projeto poderá receber.

— Com certeza muita gente irá reclamar, pois já estava acostumada a receber verba todos os anos do governo para seus projetos. Mas esta é uma decisão sem volta. Afinal, estamos tratando de dinheiro público — afirma o secretário Calcagnotto.

Músicos buscam alternativas

O grupo vocal Polyphonia Khoros teve uma verba de R$ 495 mil pré-aprovada, mas, com a queda na arrecadação, nenhum repasse foi feito. Mércia Mafra Ferreira, maestrina e fundadora do Polyphonia, diz que o grupo sempre recebeu verba estadual.

— Elaboramos uma temporada com cinco programas diferentes e agora nossos músicos e cantores estão trabalhando sem receber.

Com a prestação de contas feita e aprovada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE), Mércia aponta que a situação dos grupos musicais de Florianópolis está causando a migração desses profissionais:

— Nossos músicos têm formação superior, estudaram em vários lugares do mundo. Muitos deles foram formados pela Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) e agora eles estão se mudando para Curitiba e São Paulo porque não têm estabilidade de emprego nos grupos daqui.

Com a diminuição das verbas estaduais, mais projetos se voltam para a Lei Rouanet, que prevê a reversão de impostos em patrocínio de projetos culturais.

— As empresas que nos dirigiam verbas eram públicas, como a Casan e a Celesc, e elas se voltaram para a recuperação da Ponte Hercílio Luz, que também vai ser feita pela Lei Rouanet — acrescenta.

A queda na arrecadação também afetou o Joinville Jazz Festival, que, devido a um corte de 60% de verba, passou de três para apenas um dia de apresentação em 2011.

Segundo o presidente do Instituto Jazz Festival, Carlos Adauto, não há uma resposta da Fundação Catarinense de Cultura sobre a aprovação, ou não, de uma nova edição do evento em 2012.

A Orquestra Sinfônica de SC, que em 2010 recebeu do Estado R$ 240 mil, não recebeu nenhum valor em 2011 e nem em 2012. O maestro José Nilo Valle preferiu não entrar em detalhes sobre as verbas estaduais.

— Estamos sempre buscando o melhor caminho junto ao Estado, esperando que haja sensibilidade, não só com a nossa situação mas com a de todos os grupos de Santa Catarina — declara.

Via DC

“Fico feliz quando consigo mostrar para as pessoas mais do que conseguem perceber”, diz Marion Rupp

 

Hoje eu preciso contar uma das minhas maiores paixões: a fotografia! Desde sempre me aventurei em tentar fazer alguns clicks, a ponto de quebrar uma máquina digital da minha mãe, de tanto brincar com o zoom! Tudo isso fruto da minha adoração. Adoro fotos. Fotos. É – fotos de qualquer coisa, fotos de momentos, sorrisos, olhares, cores! O preto no branco, o branco no preto. Um sorriso escondido, uma cena espontânea.

Gosto de fotos diferentes, de exceções, de olhar para alguma coisa e pensar “acho que ninguém percebeu o quanto a folha dessa flor é bonita; aposto que só batem foto da flor, mas olhe essa folha, gente, quantos detalhes, quanta arte da Natureza!”

Infelizmente, eu ainda não tenho uma máquina com a qual eu consiga dar os clicks que eu quero, mas a minha cunhada tem uma, e é uma diversão, para mim, ficar batendo fotos com a dela (obrigada, Rafinha!). Mas eu queria a minha, claro.

Porém, enquanto eu não tenho, fico curtindo as fotos dos outros, e babaaaaaaando, às vezes pensando o motivo da foto, qual emoção o fotógrafo sentiu. E, claro, eu não posso falar de fotos e fotógrafos, sem falar da minha fotógrafa preferida (não estou “puxando o saco”, é real, Marion Rupp!). Eu a conheci há uns três ou quatro anos, quando fiz alguns trabalhos como modelo para a Chria. Foi click à primeira vista.

Realizei com Marion três outdoors e dois look books da Chria também, meu próprio book e outros trabalhos publicitários. Muito além do profissionalismo, ela é uma pessoa incrível, tanto em caráter, como por sua visão do mundo, sobre todas as coisas. Facilmente eu consigo passar uma tarde “jogando conversa dentro” com ela! E por isso resolvi fazer uma entrevista com a Marion. Espero que vocês gostem, sei que é bastante coisa pra ler, mas vamos botar a preguiça de lado, não é mesmo? A vida não é apenas ver fotos de roupas e unhas; a vida é conteúdo, eu digo sempre que a vida é curiosidade. Você tem que nutrir interesses por assuntos amplos para ver todos os lados deste Planetinha perdido no Universo! Enfim, vamos parar de papo e ver o que Marion tem a nos dizer. (Foto acima, Expo Corpos – perfeita integração em 1989 – Modelo Stélio/floripa)

 

Manu: Marion, em sua opinião, qualquer um pode fotografar ou tem que ter certa habilidade com as lentes?

Marion: sim, qualquer um pode fotografar. E fotografar por lazer, então nem se fala! Quem não tem um celular ou uma máquina, hoje em dia? A diferença está no dia a dia e na exigência do cliente, porque fazer o que se quer com uma câmera é muito fácil, apertar um botão automático e dar um efeito bonitinho, envelhecido, blur, etc. é fácil… Dar um retoquezinho ou outro com o photoshop é bem diferente de ficar doze horas na frente do computador, sem tempo para comer ou lazer, e ter que entregar o trabalho impecável, e isso se repetindo ano após ano. Os verdadeiros desafios vão se apresentar, mesmo no dia a dia e, geralmente, são situações diferentes das que estamos acostumados a vivenciar. Lentes boas e modelos de câmera ajudam, mas o que ajuda mesmo é muita paciência e sensibilidade para lidar com pessoas muito diferentes.

Manu: Conte: você sempre quis ser fotógrafa? De onde veio essa vontade?

Marion: eu queria ser cineasta e vivia escrevendo roteiros quando era bem novinha, mas vi que naquele tempo ser cineasta era uma coisa muito distante pela minha condição financeira e, ainda por cima, morando em Porto Alegre e não no Rio de Janeiro ou São Paulo. Mas também era apaixonada por fotos; então, sonhava em trabalhar na National Geographic. Aí entrei no Diário Catarinense, como repórter fotográfica..Pensava que me traria duas coisas: experiência para, no futuro, trabalhar na National Geographic e, por outro lado, ouviria muitas histórias que me ajudariam a escrever roteiros realmente bons. Mas desisti da National Geographic, porque ser repórter fotográfica é muito bom, mesmo, para quem tem espírito aventureiro.

Manu: Há quanto tempo você fotografa? E o que você mais gosta de fotografar?

Marion: essa pergunta de quanto tempo sempre é estranha, porque por mais que já esteja fotografando há 30 anos, por incrível que pareça estou sempre aprendendo; então, não tenho a sensação de estar fotografando tanto tempo. Neste caso, o tempo só conta pelo tanto que você já fotografou, a história que você já fez. Como fotografo pessoas, sempre gosto de lembrar uma frase: “Cada cabeça é uma sentença”, o que significa que você nunca sabe o que vai ter pela frente.

Quanto ao que eu mais gosto de fotografar? Acho que a pergunta precisa ser um pouco diferente: o que eu gosto menos de fotografar: alguns esportes e alguns casamentos.
(Foto ao lado: 100 anos – 100 anos da abolição da escravatura em 1988 Rosangela Bueno de Andrade)

Manu: E por curiosidade, qual foi a melhor máquina que você já usou?

Marion: gostava muito da Nikon f4… mas isso faz tempo. Todo dia lançam máquinas, lentes, flashes, acessórios novos. No momento, preciso de sete mil dólares para comprar a Nikon que é o meu sonho de consumo. Mas.vai ficar no sonho e nem por isso vou deixar de fazer fotos lindas. Decidi não ser escrava do sistema, do consumismo. Acho que, de certa forma, gerações mais novas estão precisando reciclar as ideias em relação a bens materiais e, neste caso, máquina fotográfica. Afinal, vejo várias pessoas usando máquinas profissionais, mas não conseguem nem usá-las ou as usam só no automático. Então, me digam: pra que isso? Grandes fotos, com efeitos maravilhosos foram feitas com uma máquina pequena e lente normal, num tempo em que não existiam todos os recursos que se tem hoje, o que comprova claramente que não é a máquina que faz o fotógrafo.

(Foto ao lado: Passado – Futuro – a plasticidade comandando o DNA do futuro em 2005 – Modelo: Robinson Lucciano)

Manu: Como a fotografia a conquistou? E por que você ama ser fotógrafa?

Marion: bom… então, como ela me conquistou: já dá pra ver que sou meio sonhadora e gosto de coisas que não estão necessariamente explícitas. Então, quando olhava fotos (geralmente em preto e branco), eu não “via” a foto eu “sentia” a foto. Essa coisa do sentir a foto me deixa maravilhada até hoje. Como pode um pedaço de papel ter o poder de fazer você sentir alegria, tristeza, nojo, dor…etc., além de registrar a história? É fascinante! Isso é fotografia, quando ela fala algo pra você!

Manu: Houve alguma influência familiar em sua escolha pela profissão?

Marion: Meu pai vivia com uma máquina pendurada, e eu já gostava muito disso, mas uma vez ele mostrou uma foto numa revista, onde o olhar brilhante de um homem refletia uma janela, e ele disse: isso é uma boa foto, onde o brilho do olho diz alguma coisa. Ele também sempre comprava muitas revistas importadas de altíssimo nível, e essa informação visual foi meu aprendizado. Eu também vivia dentro do cinema; outra grande escola foi ver filmes de Jean Cocteau, Federico Felllini, Ingmar Bergmann, François Truffaut, Werner Herzog, Akira Kurosawa, e tantos outros, maravilhosos, que me faziam viajar com o olhar. E agora, após todos esses anos, quando eu consigo mostrar para as pessoas mais do que conseguem perceber (às vezes de si próprias) e fazer com que entendam que a foto delas é bem mais do que um fio de cabelo que está fora do lugar, ou a foto estar num superfoco ou o equipamento que se usa ser de última geração – isso me faz muito feliz.

Estúdio fotográfico Marion Rupp: Rua Heinrich Hosang, 41. Bairro:  Victor Konder
telefones: 47 3322.2492 |  47 9982.6512

 


Click que eu fiz da Marion! hehe

E um dos clicks que a Marioon fez, para a loja Chria!

desabafo 1

Sabe o que falta no mundo? Um pouco de opinião própria. Um pouco de vontade das pessoas em serem felizes. Parem. Parem de ir com os outros, de vestir o que os outros vestem, de gostar da música porque ela é modinha ou de fazer coisas só porque os outros fazem. Tenham, tenham opinião, lutem por elas, não se conformem com as coisas, critique, opine! Usem coisas ultrapassadas, afinal, elas sempre voltam, não? Faça o que você quer fazer, não o que tem que fazer, o que a sociedade diz para você fazer. Curta a vida, seja feliz. Mas antes de tudo, crie a sua personalidade, ela é única, você é único.

Uma música para esse momento de desabafo:

EU PREFIRO SER ESSA METAMORFOSE AMBULANTE. DO QUE TER AQUELA VELHA OPINIÃO FORMADA SOBRE TUDO.

 

I want beach and summer!

Hoje bateu aquela vontade de pegar um ônibus, um táxi ou até mesmo arranjar uma bicicleta (em últimos casos, obvio..) e ir para praia, sentar na areia, olhar pro mar e ouvir as ondas. Deu a vontade imensa de sentir a areia, catar conchinhas, sentar em uma pedra e ver a quebra das águas nas rochas. Deu vontade de ter aquele momento de tensão, quando você entra na água, cuidadosamente por causa que está muito gelada e aí vem uma onda e quebra na tua barriga. Deu vontade de pegar um bronze, pedir uma caipirinha. Sentir a brisa bagunçar os teus cabelos e tocar seu rosto. Deu vontade também de molhar o pé na água, dar um mergulho, pulas as ondinhas mesmo não sendo ano novo. Deu vontade de sentir o cheiro do protetor solar. Para mim, praia é o melhor lugar! Sempre quis morar na praia e tentar aprender surfar (mesmo eu não tendo a minima coordenação hahahah). Um desejo? Sobre isso? Eu gostaria de conhecer a maior quantidade de praias possiveis!! Adoro as do Brasil, pelo menos as que eu fui. Mas imagina, no Hawaii, aquelas ondas quilométricas e surfistas felizes? Perfeito! É, nasci na cidade de pedra mas meu espirito é do mar, é praiano! Então, pra entrar no clima, vamos ouvir um reggae roots? O rei..pra vocês! haha


ps. peguei as fotos no weheartit, beijinhos e boa quinta pra todo mundo!!

Arriba!

Hoje senti vontade de falar sobre coisas mexicanas que eu goste, bebida mexicana, comida mexicana e caveira mexicana e blablabla! Caveiras são coisas que eu já adoro de natureza mas caveiras mexicanas são mais apaixonantes, são coloridas e felizes, tira todo aquele ar macabro que as caveiras normalmente tem.. Eu tenho uma camiseta de caveira mexicana e é um dos meus xodós!! Olha a foto dela aí..ela é muito fofa né? Só pra dar um charme (kkkkkkkk) coloquei o chapéu mexicano também..essa foto eu tirei no Arriba, um barzinho/restaurante mexicano lá em Jaraguá do Sul. Que é uma delicia!! Se alguém um dia for lá, por favor, peça o nachos Jack, é perfeitoooooooooooo!! É uma mistura de carne seca, com molho barbecue, cheddar, pimenta e mais muitas delicias!! É divino #recomendo!

Bom, fora essas caveirinhas lindas aí, também tem o nosso grande amigo, o José..Quem nunca conheceu o José né? É, esse mesmo, o próprio! José Cuervo, tequila+limão+sal..eita combinação boaa! Eu adoro apreciar essa belezinha aí..

Ai ai, é um lindo hahaha.. eu pesquisei pra mostrar para vocês uma receitinha de guacamole, para fazer em casa, é algo que eu adoro principalmente com Doritos mas na salada também fica bem gostoso. Eu ainda não fiz sozinha mas pretendo fazer, se o resultado der certo posto para vocês.

É bem fácil, os igredientes são:

1 abacate maduro, porém firme
2 tomates picados
1 cebola picada
1 maço de coentro picado
2 pimentas dedo-de-moça picadas
Sal a gosto

Para o molho:

1 envelope (35g) de mistura de temperos para tacos
1/2 xícara (chá) de água (120 ml)

Modo de preparo:

Com uma colher, tire a polpa do abacate e amasse com um garfo. Misture com os outros ingredientes, acerte o sal. Sirva com salgadinho de milho ou doritos (eu indico doritos!!)

Para o molho

Junte a mistura de temperos para tacos e mexa. Leve ao fogo para ferver e abaixe o fogo e deixe cozinhar lentamente sem tampar de 15 a 20 min até que o líquido se reduza, mexendo ocasionalmente.

E bom apetite!!

Espero que tenham gostado, boa semana pra todo mundo! Beijo

Listas

Acho que todo mundo já fez alguma lista em sua vida, lista para não esquecer o que precisa comprar no supermercado, lista para não esquecer das tarefas de casa ou dos trabalhos da faculdade. Lista do que fazer antes de morrer, ou lista dos desejos do próximo ano. Lista do que dizer para alguém. Nossa vida é rodeada por listas, as vezes não escritas, as vezes apenas mentalmente. E sim, o assunto do ano é o fim do mundo, fim da vida. 2012, 21 de dezembro. E me peguei brincando de fazer a lista do que fazer antes do mundo acabar, me limitei a 10 coisas, claro, na minha cabeça veio uns 234134 mil coisas! Já pensou se acabasse mesmo daqui a 4 meses? E me diverti durante horas me perguntando o que eu faria..e ai estão.

1- Ir para San Francisco
Eu tenho um amor por essa cidade, um desejo de conhece-la que é absurdo!!


2- Casar em Las Vegas e se não for possível podia ser na praia mesmo..
Quem nunca pensou “que divertido seria casar em Las Vegas, com o Elvis fake perguntando “Você aceita ele como seu legítimo esposo?” hahaha eu comecei a rir de tão inútil esse desejo mas ok..qualquer coisa podia ser na praia, ao som das ondas, no período da noite, com várias tochas iluminando! (quero pouco)

3- Tornar realidade os diálogos que eu crio mentalmente.
Sim. Eu crio vários diálogos mentalmente com várias pessoas, amigas, amigos, pessoas que precisam ouvir verdades, pessoas que eu gostaria de aconselhar mesmo não conhecendo e vários blablabla mentais. E eles só ficam mentalmente, po manu! Bota pra fora..sim isso seria colocado pra fora, o mundo ia acabar mesmo, ninguém iria ficar com ódio mortal de mim. hehe

4- Ter uma noite estilo se beber não case.
BEHHH. Mas uma coisa inútil. Mas novamente, o mundo iria acabar, por que não ter uma noite em que você pode fazer tudo e mais um pouco? Acordar com 2 tatuagens novas, um leão no teu quarto e a conta do hotel estourada???? perfeito.

5- Viajar por toda Europa com os meus pais+irmã+Bruno
Momento família. Claro, tem que ter. Passei 18 anos da minha vida com os meus pais! Gastaria pelo menos 6 meses só com eles, 24 horas por dia!!

6- Cantar uma música saltando de paraquedas.
Eu morro de medo de altura, eu tenho pavor de ver as coisas de cima. Mas eu vamos ultrapassar os medos, certo? Vamos saltar lá do céu e cantar uma música, a preferida se possível!! Yeaahh

7- Pintar meu cabelo de uma cor diferente.
Mudar o visual, simplesmente perfeito para o fim do mundo! Roxo,azul,verde, tanto faz!

8- Apresentar o espetáculo de final de ano do curso de teatro
Po, estamos batalhando o ano inteiro, dando duro a cada semana, se nós não nos apresentarmos, poxa vida! Adivinhem o tema da peça? Pois é, final do mundo. hahahahah (beijooo turmaaaaaaa)

9- Ir com as minhas amigas fazer compras.
Tem coisa melhor? Além da endorfina subir de 0 a 100, ia ser muito calmante.

10- Viajar, viajar viajar. Fotografar, fotografar, fotografar.
Auto explicativo né.

Claro, metade da minha lista não é algo importante ou até mesmo algo necessário. Mas meu, vamos nos divertir. Ficar pensando em final de mundo pensando em mortes, promesssas e todo o blablabla, pra que? Vamos rir, afinal o mundo não vai acabar mesmo. (sorry Maias)

 

ps. eu também queria assistir o ultimo capitulo de PLL pra descobrir de vez quem é a A, aliás, to indo ver o novo episódio!!!!! beijinho