Minha primeira viagem internacional

A ideia de desbravar outros territórios sempre me fascinou. Sempre pesquisei roteiros, lugares, fotos, pontos turísticos, comidas típicas, expressões do idioma local mesmo sem nem ter a viagem marcada.

Mas foi em 2016 que entrei em um avião pela primeira vez para um destino que o idioma não era português. Era o ano que eu e o Bruno nos formamos na faculdade e, ao invés de fazer formatura, optamos por fazer uma viagem.

Fomos para o Chile com os nossos amigos e foi uma experiência indescritível. Eu não tinha passaporte na época, mas para viagens do MERCOSUL a gente só precisava do nosso RG atualizado.

Como vocês já sabem, lá o idioma é espanhol e meu espanhol é terrível, na verdade eu não tenho nada, nem o famigerado portunhol. Mas voltei de viagem com algumas palavras aprendidas e falando gracias para todo mundo no aeroporto de Guarulhos.

O roteiro foi incrível, conhecemos Santiago, Valle Nevado, Valparaíso, Viña del Mar, fui em uma vinícola, conheci um dos maiores prédios do mundo e também vi a Cordilheira dos Andes, que aliás durante as 4 horas de vôo mal piscava com medo de perder, mas elas aparecem nos últimos 10 minutos de viagem.

Foi nessa viagem que tive muitas primeiras vezes. Primeira vez viajando para tão longe, primeira vez vendo neve e esquiando (ou melhor, tentando), primeira vez vendo outro oceano. Em resumo, posso dizer que viajar é experimentar, vivenciar, enxergar coisas totalmente novas.

E foi nessa viagem que eu decidi que começaria o planejamento do meu intercâmbio, porque viajar era (e é) uma das minhas maiores motivações de vida.

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